terça-feira, 28 de junho de 2016

#Música " Conheçam artistas que levantam a bandeira pelos direitos do LGBT "

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Hoje dia 28 de junho é  dia internacional do orgulho LGBT, e mesmo recentemente tendo a tragédia em Orlando ou as notícias tristes que infelizmente lemos na internet todos os dias a música é capaz de nos deixar leves e para comemorar bora ouvir alguns artistas trans, gays ou lésbica, mas que valorizam as diferenças e aproximam as pessoas independente de sexo ou gênero !.


A maioria desses novos artistas têm questionado em canções, discursos e shows as relações de poder configuradas por meio de uma concepção de masculinidade hegemônica,  e há muito tempo considerada a única.







Liniker

Liniker Barros.

O artista de 21 anos lançou seu ep "Cru" em outubro de 2015 e com sua voz rouca e cheio de soul vem conquistando fãs e crítica!.

O artista veio do interior de São Paulo, Araraquara, e vêm batalhando há anos no circuito independente com sua banda Liniker e os Caramelos.

Pelo jeito ele conseguir chegar ao mainstream e terá muito que mostrar ainda !

Infelizmente anteontem sua backing vocal Barbara faleceu com 21 anos devido a um câncer. 

Para ouvir :








As Bahia e as Cozinha Mineira

Grupo vai apresentar o disco Mulher no show deste sábado (25) (Foto: Divulgação/Sesc)

Assucena Assucena e Raquel Virgínia se conheceram na faculdade de  História na USP há alguns anos, e tem algo em comum além de serem maravilhosas cantoras e que tive o prazer de ver no Sesc Belenzinho na semana passada !, é que são transsexuais e cantam contra o machismo  e homofobia.

São vocalistas da As Bahia e as Cozinha Mineira e em novembro de 2015 lançaram " Mulher " com destaque para "Uma canção pra você (Jaqueta Amarela) "e " Josefa Maria ".
Pra ouvir  o disco clique aqui .


Não Recomendados

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O trio Não Recomendados, manifesto composto pelos cantores Caio Prado, Daniel Chaudon e Diego Moraes estão dando o que falar já algum tempo no underground musical.

Cada um têm sua carreira individual mas é no grupo que tem tido mais destaque e fazem uma bela parceria.

No show homônimo, o coletivo tenta quebrar preconceitos de gênero e dar voz a uma fatia marginalizada da sociedade ao se apresentar travestido de mulher, no melhor estilo crossdresser. É babado, confusão e gritaria

Esses também tive o prazer de ver o show no Theatro Net aqui em São Paulo no comecinho de junho e fiquei ainda mais fã !.Os artistas além de cantar muito são cheios de energia e dominam o palco.




Mc Linn da Quebrada





 " O mundo gay funciona dentro de um sistema de castas que espelha o da sociedade em geral: no alto da cadeia alimentar estão os “másculos”, “os machos discretos”, e daí a escala vai descendo até chegar nas “bichas escandalosas”, “poc-poc”, afeminadas. Sem perceberem, gays organizam-se nessa hierarquia e raramente questionam por que acham que é um elogio ouvir a frase “nossa, mas você nem parece que é gay "


Marcio Caparica 

E esses paradigmas que a artista Mc Linn da Quebrada quer quebrar !. Ela se define “Bicha, trans, preta e periférica. Nem ator, nem atriz, atroz. Bailarinx, performer e terrorista de gênero.” Ativista, colaborou com a formação da ONG ATRAVESSA (Associação de Travestis de Santo André) e atua como performer no Coletive Friccional. 

No clipe de seu primeiro single, “Enviadecer”,ela lacra tudo e mostra com muita pegada que é capaz de fazer um funk com letra bem escrita e ótimas dancinhas pra gente fazer junto !.


Aqui o clipe da artista :




E lembrando que  todos os artistas tem perfis bem intensos nas redes sociais e divulgam bastante os shows e notícias deles.

Se vocês conhecem outros artistas que também lutam pelos direitos LGBT  pode deixar nos comentários !.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

#Reality " Fulô de Mandacaru se consagra campeã do Superstar "

Grupo ficou em primeiro lugar em todas as etapas da final do reality show musical. Foto: Globo/Reprodução

A banda de forró Fulô de Mandacaru é o grande campeão da terceira temporada do reality Superstar ontem na Globo e quebrou a hegemonia das bandas de rock e pop que ganharam em temporadas anteriores.


A grande final foi dividida em três etapas e disputada com Bellamore, de Volta Redonda (RJ), OutroEu, de Nova Iguaçu (RJ), e Plutão Já foi Planeta, de Natal (RN). 

Na primeira rodada da final, o grupo pernambucano ficou em primeiro lugar (67%), com medley dos clássicosO trenzinho caipira (Villa-Lobos), Luar do Sertão (João Pernambuco e Catulo da Paixão Cearense) e Olha pro céu (Luiz Gonzaga e José Fernandes). Entre os jurados, Daniela Mercury e Paulo Ricardo aprovaram a performance e deram seus 7%.

Bellamore (Counting stars, de One Republic) foi aprovado por 52%, OutroEu (Hold back the river, de Iain Archer e James Bay), por 54%, e Plutão Já Foi Planeta (Quase sem querer, de Legião Urbana), por 65%, eram as outras finalistas. Com menor pontuação, Bellamore foi eliminada.

Na segunda etapa, OutroEu foi a primeira a cantar. Eles mostraram a canção autoral Pai e arremataram 52% dos votos. Plutão Já foi Planeta também investiu em composição própria, Alto mar, e ficou com 62%. Já Fulô de Mandacaru interpretou Só o mie, inédita, com a qual repetiu a posição no topo do ranking, com 66% dos votos - novamente, apenas Sandy não deu seus 7% ao grupo.

A Superbanda Romance, comandada por Marisa Orth, foi a mais votada de todas os episódios do SuperStar, com 95%, e voltou ao programa, com Problema seu, dos paraenses Felipe Cordeiro, Manoel Cordeiro e Carlos Eduardo Miranda, e Não vale nada, de Dorgival Dantas. O cantor misterioso da tarde foi Lúcio Mauro Filho, com Palco, de Gilberto Gil. Ele ficou com 84% dos votos e aproveitou para mandar um recado contra o preconceito: "homofobia, fora daqui". 

A disputa final  definida apenas pelo voto do público  foi iniciada por Plutão Já Foi Planeta que era minha banda favorita no programa, com a música autoral Post-it. A banda potiguar liderada por Natália Noronha ficou com 48% dos votos.Mas o forró da Fulô de Mandacaru encantou o público desde o começo quando lá na primeiro programa Daniela Mercury por engano não deu os 7 % que poderia salva-los e quase foram embora antes da hora!.

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No dia de festa de São João eles encerraram a terceira edição do programa. Os pernambucanos cantaram São João de outrora (Roberto Bonny) e conquistaram 70% dos espectadores. O prêmio é de R$ 500 mil, além de um contrato com a gravadora Som Livre.


sábado, 25 de junho de 2016

#Música " Mc Queer lança disco e pretende lutar contra a homofobia "

mcqueer

Há um mês descobri o Mc Queer na plataforma de streaming Spotify e desde então não paro de ouvir "Fiscal " seu single mais conhecido e que tem um um clipe incrível e que conta com a participação de muita gente legal que luta pelos direitos LGBT, como o jornalista Fefito, Mc Linn da Quebrada , a Nana Rude do Instagram e outros.

Se não viu o clipe veja aqui :




Agora nessa semana ele disponibilizou o disco todo!, que contém 7 faixas  e é dividido entre Lado A e Lado B, expressando a visão do artista sobre duas perspectivas: o ativismo pela causa e o meio em que convive.

ado A, de Ativista – As três primeiras faixas do disco representam o ativismo pelas questões da causa. A começar pelo já conhecido single de “Fiscal”, que versa contra a homotransfobia sobre uma batida clássica do funk proibidão do início dos anos 2000. A música de abertura é seguida por “Bancadão”, que coloca em pauta o fundamentalismo religioso acompanhado de um beat contemporâneo. “Sururu” encerra o Lado A, celebrando a expressão de corpos oprimidos e apresentando um ritmo de pista, com intervenções de trap.
Lado B, de Bicha – As três faixas seguintes são um convite à reflexão do meio pelo próprio meio. “Acabou a Amizade” traz à tona uma discussão sobre a real necessidade e consequências do uso de drogas como escapismo à realidade de opressão, cantada sobre scratches em vinil que ajudam a materializar a cena. “Tudo 2” propõe uma batida pop enquanto discute o preconceito à diversidade dentro da própria comunidade e “Stalker”, um funk declamado, coloca em pauta a tecnologia como veículo potencializador da efemeridade das relações, do sexo e do afeto.
Faixa Bônus – Se o nosso ônus é lutar contra o ódio, o bônus tem que ser sobre amor. E, assim como a primeira faixa, “Charme da Loca” fecha o disco nos levando de volta ao início dos anos 2000, dessa vez pela batida melódica do charme. A música fala de amor com humor e apresenta um tom de voz um tanto diferente daquele que vocês conhecem.
O álbum está disponível no iTunes, Spotify, Tidal, Apple, Google Play e Deezer. Ouçam aí!